27
SETEMBRO
2016

23:22
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Educação sem futuro – 2
Em: 12/09/2016 às 08:12h por Onofre Ribeiro
Algumas considerações novas a respeito do resultado do IDEB de Mato Grosso que acabou de ser medido. Algumas delas, de alcance muito grande. Por exemplo, a Organização das Nações Unidas – ONU, divulgou recentemente que em 2050 de cada três pessoas no mundo duas viverão em cidades. Terão renda e consumirão alimentos. Outra tendência também da ONU é que no mundo inteiro está havendo uma onda de migrações do campo para as cidades. De novo, consumo de alimentos.
Há duas semanas visitei o amigo Edeon Vaz Ferreira, gerente do Fórum Pro-logística, em Brasília, pra conversar sobre o futuro do Centro-Oeste, parte do Norte e do Nordeste brasileiro em termos de produção agro e da logística. Ele assegurou-me que nos próximos cinco anos o tema estará equacionado ou planejado de forma a ser solucionado em prazos curtos ou médios. Resolvida a equação da logística, os investimentos nacionais e internacionais nessas regiões serão enormes. O mundo sabe que a segurança alimentar será um dos desafios dos próximos anos.
Daí a certeza dos investimentos em... Leia mais
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Educação sem futuro - 1
Em: 11/09/2016 às 19:12h por Onofre Ribeiro
Nesta quinta-feira a mídia brasileira divulgou os resultados da avaliação nacional do IDEB – Indice de Desenvolvimento da Educação Básica. Não é de hoje a que a medição revela uma educação medíocre no ensino médio brasileiro. Mato Grosso vem repetindo, e repetiu desta vez a mesma mediocridade!
De zero a 10, a média projetada para esta avaliação foi de 4,0, mas alcançou apenas 3,2. Na realidade, a medição revela apenas a mediocridade de um sistema educacional caríssimo, que não responde aos anseios da sociedade e muito menos da juventude a quem se destina. Mato Grosso tem uma população de 3.224 mil habitantes, e cerca de 450 mil estudantes matriculados e perto de 750 escolas.
O que significa na prática o ensino ruim? É um monte de coisas envolvidas. Todas extremamente graves. A primeira, é cortar o futuro dos jovens que vão constituir o mercado de trabalho dos próximos anos. Segundo, á a geração que vai substituir a atual no mercado profissional e na vida. Terceiro, não serão capazes de assumirem o seu papel dentro de uma economia altamente... Leia mais
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Rejeição em campanha
Em: 07/09/2016 às 09:19h por Onofre Ribeiro
Pesquisa do Instituto Gazeta Dados para as eleições municipais deste ano revelou preferências eleitorais dos candidatos e os seus níveis de rejeição. Analisei esse item da pesquisa com o cientista político, professor João Edisom de Souza. Para ele a inexistência de rejeição revela candidato morto. Sua rejeição não significa aprovação e sua voz não tem peso. Caminha mais pra campanha estagnada ou morna do que pra uma campanha movimentada. O candidato não é ouvido pelo eleitorado naquilo que diz. Já na rejeição, o candidato está mais vivo e sua voz pesa porque pode levantar polêmicas.
O segundo ponto levantado por João Edisom é muito interessante. O candidato com rejeição significativa tem na verdade duas campanhas eleitorais. Uma voltada pra combater a rejeição e outra pra tratar de proposições pra gestão futura. Nesse caso, com 40 por cento de rejeição em Cuiabá, o candidato Wilson Santos terá que desenvolver duas campanhas paralelamente. Uma reduzindo a rejeição. É um discurso específico. A outra é... Leia mais
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Pragmatismo mundial
Em: 05/09/2016 às 08:46h por Onofre Ribeiro
Os efeitos da queda da presidente Dilma Rousseff serão de natureza política, mas fundamentalmente de natureza econômica. Volto no tempo. Em 2014, na segunda metade do mês de setembro participei em Minas Gerais de um seminário da Fundação Dom Cabral sobre os macrodesafios brasileiros. Duas conclusões tiradas ao longo de três dias para uma platéia de 800 empresários brasileiros. 1- se reeleita, Dilma Rousseff seria a pior opção para o país, porque ele tem imensas dificuldades pra se reciclar. 2- reeleita os investidores internos e externos não teriam confiança nas garantias jurídicas brasileiras porque ela sistematicamente desmantelou os fundamentos da macroeconomia no país.
Volto ao seminário. Um dos palestrantes disse que em virtude da grande crise financeira mundial de 2008, o mundo tem hoje montanhas de dinheiro pra investimentos represados em busca de aplicação. Mas requerem ambiente bom de negócios e garantias jurídicas. O Brasil perdeu tudo isso e mais ainda a credibilidade das agências mundiais de risco. A tese defendida pelos palestrantes é a de que nos próximos 50 anos o Brasil será o país... Leia mais
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Equívoco desnecessário
Em: 04/09/2016 às 08:46h por Onofre Ribeiro
No correr da semana que passou o planejamento dos candidatos a prefeito sobre seus propósitos se eleitos, esbarrou num desnecessário equívoco do candidato Emanuel Pinheiro-PMDB, da coligação "Um Novo Prefeito Para Uma Nova Cuiabá". Desde as eleições de 2010 os candidatos a cargos executivos, caso dos candidatos a prefeito este ano, são obrigados a registrar junto à Justiça Eleitoral seus respectivos planos de Governo. A exigência está na Lei nº 12.034, de 29 de setembro de 2009, que deu nova redação ao art. 11, § 1º, IX, da Lei 9.504/97.
Sendo assim, todos os candidatos precisam produzir um plano de gestão que seja enviado ao Tribunal Regional Eleitoral a fim de cumprir a lei e dar segurança aos cidadãos de que o eleito saiba minimamente sobre a gestão. É uma garantia para o cidadão de que o candidato eleito tem um rumo. No caso em questão, o deputado Emanuel Pinheiro cometeu um equívoco, bastante explorado pela mídia no correr da semana. Possivelmente na pressa de cumprir a exigência legal, e sem um plano de gestão formulado, ele usou o modelo de planejamento do seu partido. É, na... Leia mais

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Onofre Ribeiro
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